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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Monsaraz - portugal (23/12/2013)

Dia: 23/12/2013

No meio do Alentejo, fomos até Monsaraz. Um pouco da sua história:

No séc. VIII, Monsaraz cai sob domínio do Islão através das invasões muçulmanas que ocuparam grande parte da Península Ibérica. Passou a designar-se Saris ou Sarish e a pertencer ao reino de Badajoz, um dos maiores e mais importantes focos da cultura árabe.
Em 1167, foi conquistada aos muçulmanos por Geraldo Sem Pavor numa expedição que partiu de Évora, também esta recém-conquistada. Após a derrota de D. Afonso Henriques em Badajoz, Monsaraz cai novamente em poder dos árabes. Em 1232, apoiado por cavaleiros templários, D. Sancho II reconquista-a em definitivo, sendo posteriormente doada à Ordem do Templo.
Após as guerras de 1383-1385, a Vila de Monsaraz é integrada na Casa de Bragança e passa a ser uma das mais preciosas fontes de rendimento da grande casa ducal portuguesa.
Em 1512, D. Manuel concede novo foral à Vila de Monsaraz, reformulando a vida pública e jurídica do Concelho. Após a Restauração de 1640, a Vila recebeu importantes acrescentos táticos, como o levantamento de uma nova cintura abaluartada, tornando-se numa poderosa “cidadela inexpugnável”, interligada com o sistema defensivo de Elvas, Juromenha, Olivença e Mourão.
A sua condição de vila medieval acastelada, o impetuoso crescimento das aldeias de Reguengos, a riqueza das actividades artesanais e vinícolas e a fidelidade da população de Monsaraz aos ideais miguelistas derrotados na guerra civil (1828-1834) foram os factores que contribuíram para a transferência da sede de Concelho de Monsaraz para Vila Nova de Reguengos em 1838, onde se estabeleceu definitivamente em 1851.



A cerca de 1 hora de viagem de Estremoz, fomos antes de almoço e quando chegámos, já estava na hora. Estacionámos no parque exterior do castelo, que tem vista para a barragem do Alqueva.

Entrando pelo portão principal, encontrámos logo a Igreja da Nossa Senhora da Logoa. Como a época era de natal, as ruas tinham umas figuras alusivas a esse facto.



Antes da entrada para a torre


Encontrámos aqui a Casa da Muralha, que servia refeições. Aproveitámos e almoçamos.


Logo ao lado, um presépio e fomos até à torre


Aqui localiza-se a arena.





Em toda a vila existiam bonecos de natal.







A pequena vila de Monsaraz visita-se rápido, por isso ainda tivemos tempo de visitar a Aldeia da Estrela e a Aldeia da Luz. Aqui a paisagem da Aldeia da Estrela. Fora a paisagem, pouco mais tem q se ver, apenas meia dúzia de casas com água à volta. Mas lá tinha um presépio!


A Aldeia da Luz, é mais emblemática mas também tem pouco que ver. Casas novas, um museu e claro, a paisagem. Não podia faltar o presépio, e não fosse Natal!


Aqui o museu da Luz. Já estava fechado, não pudemos visitar.



Já de volta ao ponto de partida, 17h24 e já era de noite. Coincidência com a foto, a música tem tudo a ver com a época!


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Peniche

Dia: 17/09/2013

Peniche é uma cidade que vive do mar. Pelo que me deu a entender claro. Tem alguns monumentos históricos, no entanto a sua maravilha é o mar e a paisagem natural.
Começámos com a praia do Baleal, cheia de surfistas. Mas o que me fascinou foi a formação rochosa da zona.
Dá para ver perfeitamente as lâminas das rochas
Daqui a vista do Baleal

Seguimos sempre pela costa, passámos pelo Relelim dos Remédios (pelo menos é o que lá está escrito)

Passámos pelo Cabo Carvoeiro 
E chegámos ao Forte de Peniche. Entrámos pela muralha
Seguimos pela ponte de acesso
 A vista é o esplendor do mar
 O Forte foi uma prisão durante o Estado Novo. Aqui eram as celas.
 Nesta torre era tipo a solitária. Houve pelo menos uma fuga com sucesso. Podem ler a história
 Os WCs da altura
 Aqui o Salva-Vidas Peniche. Também podem ler a sua história
 À saída reparámos no belo jardim à volta da muralha
E uma fonte já fora do Forte, a cascata de S. Pedro
Para assinalar a inauguração em 1935 pelo Salazar
Uma passeata até ao farol e assim acabou mais uma visita.